Porquê tão longe,
Se estamos juntos?
Aproximação rápido,
Não deva ser um impasse.
A conexão clara,
A paixão mútua,
Devia ser mais que suficiente,
Para nos sentirmos completos.
O passado nos cerca, eu sei.
Mas nada há de ser feito.
O tempo é a melhor resposta.
Em todavia, pensar nele é o pior erro.
Com tantos campos,
Com tantas farpas nas ferramentas,
Nenhuma se soltou,
Nós arrancamos.
Tentamos? Não. Tentando? Não.
Tentar, é o primeiro passo para o fracasso.
Estamos fazendo,
Estamos realmente traçando, constituindo história.
Tudo escrito aqui será de total honestidade, visto que, nesta faceta, minha identidade é um mistério.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
02.12.13
Se bem que ela,
Nem é tão assustadora assim.
Todo o receio agora,
Está distante.
Mais longe do que imaginei.
Mais cedo do que previ.
Mais verde no marrom,
É como está o meu preto no branco.
Meus conformes estão,
Ainda agora,
Mais claros do que antes.
De certo modo, é certo.
Nem é tão assustadora assim.
Todo o receio agora,
Está distante.
Mais longe do que imaginei.
Mais cedo do que previ.
Mais verde no marrom,
É como está o meu preto no branco.
Meus conformes estão,
Ainda agora,
Mais claros do que antes.
De certo modo, é certo.
29.11.13 - Jamais picles
Tá tudo atropelado,
Café: sentimento abstrato.
Yakult: culto ao demônio.
Um canto rouco,
Louvor ao tinhoso.
Desgraça pouco,
É pilacagem.
Maloca, esnobe.
Pega tudo,
Inclui fios de cobre.
Ninguém é nobre.
Nem porcelana é mais.
Tu? Jamais, jamais...
Café: sentimento abstrato.
Yakult: culto ao demônio.
Um canto rouco,
Louvor ao tinhoso.
Desgraça pouco,
É pilacagem.
Maloca, esnobe.
Pega tudo,
Inclui fios de cobre.
Ninguém é nobre.
Nem porcelana é mais.
Tu? Jamais, jamais...
28.11.13 - Não me negue II
Como são fracos os beijos alheios em minha memória...
Eles nada ecoam, agora são só história.
A moda caralho ou á moda de viola,
Eu curto a nova, a atual, a minha.
Eu curto a presença dela, das irmãs, da mãe e da filha.
Tudo que faça parte do universo seu,
Quero que faça parte do universo meu.
Com a gente é tudo de bom, é tudo atrito.
Conosco sobra carinho e falta distância.
Mas ninguém cultiva a saudade.
Nós a matamos, mutilamos.
Nossos abraços não são só abraços.
Envolvidos com nossos laços,
Vem junto o chamego no beijo,
O apreço na carícia com os lábios que a provoca.
Os lábios percorrem a boca, a orelha e a nuca.
Com atenção e carinho fazemos nossa história.
Eles nada ecoam, agora são só história.
A moda caralho ou á moda de viola,
Eu curto a nova, a atual, a minha.
Eu curto a presença dela, das irmãs, da mãe e da filha.
Tudo que faça parte do universo seu,
Quero que faça parte do universo meu.
Com a gente é tudo de bom, é tudo atrito.
Conosco sobra carinho e falta distância.
Mas ninguém cultiva a saudade.
Nós a matamos, mutilamos.
Nossos abraços não são só abraços.
Envolvidos com nossos laços,
Vem junto o chamego no beijo,
O apreço na carícia com os lábios que a provoca.
Com atenção e carinho fazemos nossa história.
28.11.13
Oh, donzela,
Das damas do campo
És a mais bela.
Indago-me,
Dia-e-noite,
Por que escolheste este filho da noite.
Faço-me feridas,
Quando tento escalar teus muros.
Tão grande suas barreiras que beiram um monumento.
Oh, Deus do amor,
Conceda-me o dom da sabedoria,
Pois a razão fugira pra nunca mais.
Os tais anjos reclamam meu descaso,
Os meus princípios sentem-se contrariados.
Estou em dúvida, se amo pouco ou se amo demais.
Das damas do campo
És a mais bela.
Indago-me,
Dia-e-noite,
Por que escolheste este filho da noite.
Faço-me feridas,
Quando tento escalar teus muros.
Tão grande suas barreiras que beiram um monumento.
Oh, Deus do amor,
Conceda-me o dom da sabedoria,
Pois a razão fugira pra nunca mais.
Os tais anjos reclamam meu descaso,
Os meus princípios sentem-se contrariados.
Estou em dúvida, se amo pouco ou se amo demais.
28.11.13
E eu tenho essa vontade incessante de apostar no duvidoso.
Acho que me sinto confortável não me sentindo seguro.
Quando algo se acerta, eu desconfio.
Quando há desconfiança, tudo certo.
É mais errado do que parece.
As vezes me deixo levar por um atrativo.
Nego as oportunidades e ajo como se não houvesse opções.
Eu próprio me encurralo.
Estou preso na minha faceta natural de amante apaixonado.
Eternamente ligado a tudo que faz o coração bater.
Queria correr longe, aproveitando a relva dos campos.
Mas ao mesmo tempo gostaria de permanecer nesta vida agitada,
Vida agitada de subúrbio:
Durante a noite é cidade dormitório.
Durante o dia é um pedaço do tártaro.
O gostinho do inferno.
O meu par perfeito são as estrelas.
A sacada, a soleira.
De resto o que me acompanha é pura imperfeição.
Mas de todos os defeitos, este é o que mais me atrai.
Perante as imperfeições físicas e de personalidade,
Me sinto confortavelmente comum.
Sinto-me no dever de assumir uma postura de gente grande.
Melhor que isso, só sabendo nadar.
Acho que me sinto confortável não me sentindo seguro.
Quando algo se acerta, eu desconfio.
Quando há desconfiança, tudo certo.
É mais errado do que parece.
As vezes me deixo levar por um atrativo.
Nego as oportunidades e ajo como se não houvesse opções.
Eu próprio me encurralo.
Estou preso na minha faceta natural de amante apaixonado.
Eternamente ligado a tudo que faz o coração bater.
Queria correr longe, aproveitando a relva dos campos.
Mas ao mesmo tempo gostaria de permanecer nesta vida agitada,
Vida agitada de subúrbio:
Durante a noite é cidade dormitório.
Durante o dia é um pedaço do tártaro.
O gostinho do inferno.
O meu par perfeito são as estrelas.
A sacada, a soleira.
De resto o que me acompanha é pura imperfeição.
Mas de todos os defeitos, este é o que mais me atrai.
Perante as imperfeições físicas e de personalidade,
Me sinto confortavelmente comum.
Sinto-me no dever de assumir uma postura de gente grande.
Melhor que isso, só sabendo nadar.
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