sábado, 20 de setembro de 2014

19.09.14 Preso

Ah, que vontade de viajar.
Sentir o vento na cara.
Enfrentar o desconhecido,
Cuspir fluido de coragem.
Arregaçar as mangas,
Comunicar aos ventos,
Dizer aos trevos da estrada,
Que sou novo e que ali estou pra conhecer.

Dane se o quatro e vinte.
Foda se a conta do 4g.
Eu não quero saber,
Eu não quero saber.

19.09.14 Eu não sou bom o bastante.

Que aperto é este no meu peito,
Que me maltrata, me zoa a torto e a direito.
Me causa tamanha dores intestinais,
Deixando dominar, a insegurança e os medos tais.

Que ruim, olhar pra frente assim,
Imaginando uma cena dessas pra mim,
Causando uma ânsia, abre uma fresta.
Um medo morbido de que chegue o fim.

Uma deficiência tamanha,
A de não confiar no meu taco.
Uma falha estranha,
De sempre me sentir o mais falho.

Já sofri demais e ainda sofro.
Aprendi que faz frio no topo.
Já precisei e pedi socorro,
E já entendi que deste mal não morro.

O porque de não acreditar no meu potencial?
O porque achar que eu sou menos?
O porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque...?!?!

19.09.14

Eu não quero escrever.

18.09.14 Nostalgilharia

A dor já não é tão dolorosa quanto antes.
O cheiro tem o mesmo sentimento nostálgico daqueles dias.
Estou vivendo uma reprise.

18.09.14 ...então ela diz

...e então ela disse:
"E agora uma poesia
"Cauê, cauêzinho, cauêzão, você mora no meu coração.""

18.09.14 Sugo suco, vento venta

Sugo, suco, vento o vento agora.
Nessa hora, corro os dedos mesmo,
Digito dobrando os dedos.
Penso em não pensar na hora.

Minha Kariri com Mel e Limão,
Causa efeito anestésico ao corpo
Viro o copo utilizando minha mão,
Resalvo a lucidez do copo.

Temo a vinda, de passados esquecidos,
E grito a mim, como é bom ser diferenciado.
Distante do montante,
E longe do indigente.

Eu sou a carnificina da alma,
A gangorra do saber,
O elevador do âmago,
Quando encontra se no ser.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

17.09.14 Solidão ou competição?

 A sua felicidade se tornou a minha depressão. O seu livre arbítrio me incomoda, me causa insegurança.
 O sua oferta e demanda é alta, e eu não sou um cara competitivo. Prefiro o resquício da solidão contida no meu lar, o aconchego amigo, do meu camarada inanimado denominado travesseiro. Eu prefiro o ócio, o cálcio e o inóspito a ser sócio deste livro de biblioteca pública que é a sua vida.
Ultimamente meu café é mais meu amigo que eu mesmo.
 A sorte não existe, o azar é presente, os cães são tão irritantes quanto as mãos que te tocaram. Esta guerra entre céu e inferno, não pode mais ocorrer dentro da minha mente. O que mais quero neste instante, é harmonia com meu "eu lírico".
 Quero escrever mais que sofrer. Dizer mais que falar. Compreender mais que compreendo o sal que salga a minha boca na mesa de jantar. Se eu quero eu posso! Ou será que choro?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

07.09.14 Ecologicamente Incorreto

Se a paixão não existe,
O amor não nasce.
É puro afeto de comodismo.
Você ama por quê lhe convém.
Mas e se não mais lhe convém?
Você não mais ama.

Difícil? Não.
Mas o amor que brota,
E floresce na paixão,
Cria raízes,
E é muito mais difícil de ser podado.
Chega a ser ecologicamente incorreto.

06.09.14 Pra quê,

Para quê,
Lamentar,
A quem se foi?!

Se o que foi,
Foi.
E não torna,
Não volta.

Se foi,
Era pra ser!
Ou melhor,
Ir.

Então deixa
A vontade
Sua visita
No seu coração.

Ela é nova,
Se dedica,
E merece
Sua atenção

Trate a bem,
Custe o que
Custar.

Ame a além
Do que se pode
Imaginar.

Dando o melhor,
Colherá,
Não só carinho,
Mas amor pra dar.

E doe o amor,
Esbanje o que sobra.

E faça feliz,
Quem realmente lhe nota.

O passado nunca é esquecido

Confira no meu blog de reflexões, um ensaio sobre a auto estima. Sobre como o passado não é esquecido e sim superado.
Congira a postagem no oscel clicando aqui.

27.08.14 Toca a vida

Toca a vida
Sai a fora
Hora agora
Viver lá fora

Treta memo
Quebra dedo
Dropa de fakie
Nollie e switch

Vive intenso
Sempre no medo
Fear é medo
Racho o cenho

Cresce, leão
Joga missão
Esfrega a tinta
Trinca zika

Vive safo
Corre no touch
O dedo leso
Num só clock

Encerra minuta,
Causa muda
Uma treta
Mental discreta