sábado, 20 de setembro de 2014

18.09.14 Sugo suco, vento venta

Sugo, suco, vento o vento agora.
Nessa hora, corro os dedos mesmo,
Digito dobrando os dedos.
Penso em não pensar na hora.

Minha Kariri com Mel e Limão,
Causa efeito anestésico ao corpo
Viro o copo utilizando minha mão,
Resalvo a lucidez do copo.

Temo a vinda, de passados esquecidos,
E grito a mim, como é bom ser diferenciado.
Distante do montante,
E longe do indigente.

Eu sou a carnificina da alma,
A gangorra do saber,
O elevador do âmago,
Quando encontra se no ser.

Nenhum comentário:

Postar um comentário