O sua oferta e demanda é alta, e eu não sou um cara competitivo. Prefiro o resquício da solidão contida no meu lar, o aconchego amigo, do meu camarada inanimado denominado travesseiro. Eu prefiro o ócio, o cálcio e o inóspito a ser sócio deste livro de biblioteca pública que é a sua vida.
Ultimamente meu café é mais meu amigo que eu mesmo.
A sorte não existe, o azar é presente, os cães são tão irritantes quanto as mãos que te tocaram. Esta guerra entre céu e inferno, não pode mais ocorrer dentro da minha mente. O que mais quero neste instante, é harmonia com meu "eu lírico".
Quero escrever mais que sofrer. Dizer mais que falar. Compreender mais que compreendo o sal que salga a minha boca na mesa de jantar. Se eu quero eu posso! Ou será que choro?

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