Que aperto é este no meu peito,
Que me maltrata, me zoa a torto e a direito.
Me causa tamanha dores intestinais,
Deixando dominar, a insegurança e os medos tais.
Que ruim, olhar pra frente assim,
Imaginando uma cena dessas pra mim,
Causando uma ânsia, abre uma fresta.
Um medo morbido de que chegue o fim.
Uma deficiência tamanha,
A de não confiar no meu taco.
Uma falha estranha,
De sempre me sentir o mais falho.
Já sofri demais e ainda sofro.
Aprendi que faz frio no topo.
Já precisei e pedi socorro,
E já entendi que deste mal não morro.
O porque de não acreditar no meu potencial?
O porque achar que eu sou menos?
O porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque porque...?!?!
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