Oh, donzela,
Das damas do campo
És a mais bela.
Indago-me,
Dia-e-noite,
Por que escolheste este filho da noite.
Faço-me feridas,
Quando tento escalar teus muros.
Tão grande suas barreiras que beiram um monumento.
Oh, Deus do amor,
Conceda-me o dom da sabedoria,
Pois a razão fugira pra nunca mais.
Os tais anjos reclamam meu descaso,
Os meus princípios sentem-se contrariados.
Estou em dúvida, se amo pouco ou se amo demais.
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