quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

28.11.13

 Oh, donzela,
 Das damas do campo
 És a mais bela.

 Indago-me,
 Dia-e-noite,
 Por que escolheste este filho da noite.

 Faço-me feridas,
 Quando tento escalar teus muros.
 Tão grande suas barreiras que beiram um monumento.

 Oh, Deus do amor,
 Conceda-me o dom da sabedoria,
 Pois a razão fugira pra nunca mais.

 Os tais anjos reclamam meu descaso,
 Os meus princípios sentem-se contrariados.
 Estou em dúvida, se amo pouco ou se amo demais.

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