Quem sou eu?
Um culpado, procurado por amar.
Acusado de tirar doce da boca de criança.
E ainda tinha esperança,
De ser compreendido.
O alívio não veio,
Mas com o apreço eu pude simulá-lo.
E após o estrago que ainda não foi efetuado,
E o inferno na Terra que está sendo perpetuado,
O lado negro da força me alicia e me convida,
Me chama em vida pra brincar de Morte.
Mas esta permissão só Deus tem,
Assim como a bússola aponta pro Norte.
Como esse amor, ele é meu braço forte.
A causa é nobre e tem um terço de fé.
Não vou arredar o pé nem viver de centeio.
Vou contra a maré e o medo,
E lutar por ela.
A conquista é de quem deu amor primeiro.
Não vou desistir do que é meu por direito,
Vou seguir, bater de frente se for preciso.
Encontrar seu olhar é encontrar abrigo.
E antes que chova no meu olhar,
Eu vou correr e me abrigar.
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