Conheça meus limites,
E se assuste;
Viva com meus altos e baixos,
E conviva com o excesso e a falta;
Me desaponte e conheça a ausência,
A carência é o pacote.
Mas a morte, não morre;
O vazo é ruim, não quebra;
O braço calejado, é forte;
E o leito fora abandonado;
No frasco de comprimido há vento;
No ventre há dedo.
No texto morto há morte,
Morta pelo morto, morto,
Por alguém criado pra matar,
Vivo de morte,
Morto pra nascer,
Destruindo pra criar.
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