Diariamente, serião.
Constantemente, canastrão.
Na presença de amigos, falastrão.
Na presença da mãe, filhão.
Tranquilo na escrita feito ermitão,
As vezes descreve um furação,
Outrora colide um caminhão...
Mas sempre escreve com emoção.
Sabe que está sendo clichê até então.
Também reconhece suas rimas onde estão,
Que não passam de um borrão,
Mas acredita em sua evolução.
Já foi um cara descontraido,
Com sorriso na face meio bobão.
Mas hoje é mais triste e tranquilo.
E todos seus textos remetem a uma antiga paixão.
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