Dois dedos de loucura,
Essa é minha saga futura.
Um pouquinho de insanidade,
E com amor a gente cura.
Traz de fora o grande flerte,
Flerta com o futuro, o Presente.
Me trata e te destrata,
E mesmo assim rói os dentes.
Me deixe aqui de canto,
E me sua em sua garupa,
Me desgruda do selim,
Só pra me sentir na sua.
E eu riu,
Como nunca ri,
E eu choro,
Um choro de Serafim.
E sirvo,
Uma flor de jasmim,
No trono,
De patrono no seu jardim.
E cuido de ti como cuido do céu,
Peço paz pra mim enquanto tiro seu véu.
Acendo uma tocha,
Apago o seu fogo.
Com um isqueiro ilumino a toca,
Que te toca, te taca fogo.
Fogo!
Queima, queima,
Rola pra apagar e deixar arder.
Nobres!
Suas estrofes e enfadonhos circos,
Todos atores de comer.
Messias das paixões,
Que arrancam corações.
Nos levam ao paraíso,
Stage Dive das multidões.
Rá!
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