Eu sou o dono do Mundo.
Cá estou eu, por cima da carne seca.
Observando ao longo dos corpos caídos,
Quilômetros de cadáveres a frente
De meu observatório nos destroços do Empire State.
Trajando botas e jaquetas de couro que vão durar o resto de minha vida.
Um novo dia.
O dia em que os corpos se levantarão,
E notarão o quão forte o Sol bate em meu rosto.
O quanto entendo de gostos, sabores...
Quanto são firmes meus valores.
O quanto marquei esta cidade, só eu sei.
É tudo meu.
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