É.
E lá vem neste instante, montado em seu cavalo branco, o cavaleiro trazendo a mensagem. O mensageiro a lê em voz alta; INCERTEZA!
O nosso herói, dono de todas as razões, agora não sabe o que teme. Sabe que a jornada é longa, mas e agora? Pra onde?
Depois da mensagem da rainha, que normalmente dá missões para serem cumpridas, desta vez deixara-o com a pulga atrás da orelha.
O nosso herói, dono de armas de lâminas, uma armadura não muito luxuosa, mas bem cuidada e adornada, presta de ir atrás da resposta pro enigma. Sempre de cabeça erguida, ele decide ir, e não voltar enquanto não compreender a sentença que lhe foi imposta.
Agora, neste momento, é hora. É hora de matar os dragões, as quimeras, os demônios e mandar a princesa dormir. Pois nosso herói, preferi a presença gélida e petrificante da Medusa.
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