E essa mania feia,
Tão antiga que tem teia,
De dizer não dizendo.
Esse jeito de insinuar,
Deixando aquela malícia no ar,
Em meio ao relento.
Deixei de lado minhas tiras,
Ignorei as prosas tímidas,
E tratei de recitar.
Me lembrei de como é bom ser ouvido,
De como, escrevendo, sou destemido,
E que de papel e caneta me ponho a flertar.
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