sexta-feira, 15 de agosto de 2014

27.03.14 Saliva solta, saliva turva

Saciai-me o sono sem volta.
Que segregou segredos de outrora.
Fortificante sejas tua falência,
Do felino fétido que agora jaz sem coerência.

Vivera a veras vorazmente sem as víceras,
Vivenciando as vastas vilanías das veias do governo vigente.
Sentenciou só, um sólido veredicto,
E em solavancos soavam seus trotes sorrateiros sem saliva.

Saliva solta, saliva solta...
Saliva sarra, saliva turva...

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