Que saudades deste passado,
Que tanto magoei e deixei amargo.
Que tanto maltratei e deixei ralo,
O sentimento que havia.
Que dor é essa de amar demais.
Que me causa náuseas tais.
Que lembrando de como fui tolo,
Sinto raiva de mim.
Que ego escroto e sujo possuo.
Que exala odor pútrido se suo.
Que me deixa um nó na orelha,
Que questiono sobre minha essência.
Mas quando pergunto demais,
Chafurdo nas questões teatrais,
E indago me sobre o eu,
E se vale mantê lo.
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