Abri meu peito,
mostrando sentimento.
E tu, que já dera a rosa,
apontou meu erro.
Falhei, deixei escapar
das mãos.
A tua rosa que era minha,
recusei sem intenção.
Eu sou um prego,
um prego do subúrbio;
Nasci no caos,
e só aprendi a tomar na cabeça.
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