Olha só, quem volta!
É a fome que torna,
que volta a gritar,
e teme não se saciar.
Olha o breve espasmo,
A epifania pós descanso.
Aquela fome me apavora
me fazendo questionar.
Fome de um futuro,
de algo palpável,
e uma sede de goles,
de goles em profundo estudo.
Sede, fome de saber.
Vontade do sólido e
crença no provisório.
Eu, constantemente, me mato.
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