sexta-feira, 26 de julho de 2013

23.05.13

 Olha só, quem volta!
 É a fome que torna,
 que volta a gritar,
 e teme não se saciar.

 Olha o breve espasmo,
 A epifania pós descanso.
 Aquela fome me apavora
 me fazendo questionar.

 Fome de um futuro,
 de algo palpável,
 e uma sede de goles,
 de goles em profundo estudo.

 Sede, fome de saber.
 Vontade do sólido e
 crença no provisório.
 Eu, constantemente, me mato.

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