E veio, vaga, a lembrança do estertor.
Me causou um gosto de beleza e vontade.
Passou-me seus olhos de lupa pela minha mente,
cricou uma vontade de você no ínfimo, no âmago da minha mente.
Mas é tão maligna a crença dum pecado que em tão pecado é,
a crença de que amigos não podem cobiçar de tal forma,
que me afogo em dúvidas e faço alusões ao que pode acontecer,
ao que minha mente torna, acha, presume ser inevitável.
Infinitas possibilidades, infinitos argumentos que podem me justificar.
Infinitos argumentos, para com meu bom e velho, que podem me prejudicar.
Mas há argumentos que podem nos estabilizar.
Nos levar ás margens da responsabilidade.
Nos trazer aos ventos mais puros que a praia do amor pode nos presentear,
Criar companhias cinéfilas do cult, do moderno, do artístico...
Brindar alguma bebida que há muito não bebo.
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