quarta-feira, 31 de julho de 2013

30.07.13

 E o brilho do Sol,
 me fez parar pra mim.
 Olhar meus erros,
 diminuir meu ritmo.

 Observei com calma,
 que estava indo rápido demais.
 Estava sem alma.
 Foi tudo automático, sem sentimento.

 Só sobrou uma porção de ideias,
 expectativas e ansiedade com a quinta.
 Pra mim não sobrou nada,
 a despeito de hoje, pura ansiedade.

 A respeito da goianiense,
 só há incerteza.
 A respeito da itaquaquecetubense,
 incoerência e carência.

 A respeito da mogicruzense,
 pura surpresa,
 beleza-pura,
 e pura beleza.

 A ferrazense me deixou inquieto...
 Viajou quilômetros a pé,
 tudo em direção ao Sol.
 Me deixou com o paladar seco.

 A suzanense sumiu,
 mostrando-se dona de uma malandragem,
 muito safa e ágil,
 que me transportou do ódio pro amor.

 E o sabor que tenho,
 não foi fornecido.
 Não foi apreciado.
 Só temido.

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