Informa a arroba,
e tiro sua roupa,
causando-me um enorme bem.
Solta na coma,
os lençóis e o pijama,
fazendo a cabeça de quem?
Eu que achava,
que eras só minha;
eu que tentava,
tomá-la pra mim.
E eu que podia,
mas só na alegria,
curtir a iguaria,
dos teus lábios, quem?
Tentara me informar,
abrir meus olhos,
mas tudo levava a voltar.
Caía no choro,
vivia da outra,
só pra ti não encontrar.
Quando distante,
saía e cantava,
fazendo os olhos,
pras outras brilhar.
E não resisti,
de recordar de nossos momentos,
onde a vivência baseava-se
em nunca mais retornar.
Um dia acordei,
e vi a peçonha,
de quem viera gorar.
Disseram que eu,
saía com marte,
e tudo o mais pra difamar.
E no fim sucumbi,
caí em cima de mim;
Sorri o passado com tom amarelo,
e pedi pra que viesse até mim...
Mas sei que não vêm.
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